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 ABC EXPURGO UM PASSO À FRENTE NO CONTROLE DE PRAGAS    info@abcexpurgo.com.br
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O BioNews foi formatado para oferecer aos leitores internautas informações mais recentes a respeito das pragas urbanas e de seu controle. Algumas curiosidades também farão parte desta página. Quem assina esta coluna é Lucia Schuller, bióloga formada pela Universidade Metodista de S. Paulo, pós Graduada em Entomologia Urbana pela UNESP-SP e em Vigilância Sanitária de Alimentos pela USP-SP.É Bacharel em língua inglesa e português pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua formação inclui dois cursos de especialização em pragas urbanas em áreas de alimentos pelo American Institute of Baking e pela Purdue University. Se você tem alguma pergunta a fazer à bióloga, clique no espaço apropriado do Insetos & Cia ou entre na página de atendimento.
Mais de mil cidades podem ter surto de dengue, zika e chikungunya

 Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de levantamento que classifica o risco de aumento das doenças causadas pelo Aedes aegypti.

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indica que 1.153 municípios brasileiros (22%) apresentaram um alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya.

O Ministério da Saúde alerta a necessidade de intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, mesmo durante o outono e inverno, em todo o país. Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito transmissor dessas três doenças, sendo 4.933 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 258 por armadilha. A metodologia da armadilha é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente.


08/06/2018

Flagrante de ratos em Supermercado em Cpo Gde, MS


05/06/2018

CONTROLADORES DE PRAGAS URBANAS


25/04/2018

Febre amarela tem 32 novos casos em uma semana em SP

 A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta sexta-feira (6) os números atualizados da febre amarela em São Paulo. Desde o ano passado, 433 pessoas foram infectadas pelo vírus da doença, 163 morreram.


Os dados mostram que, apesar das campanhas de vacinação, o número de casos continua crescendo. Em uma semana, 32 pessoas contraíram febre amarela. No boletim divulgado no dia 30 de março, eram 401 casos confirmados. 


O número de pessoas vacinadas, no entanto, não aumentou. Tanto o boletim do dia 30 quanto o boletim desta semana indicam cerca de 7,3 milhões de pessoas imunizadas desde o início do ano. Durante todo o ano de 2017 foram vacinadas 7,4 milhões de pessoas.


Atualmente, existe indicação de vacina em 575 dos 645 municípios paulistas.


O município com o maior número de casos confirmados de febre amarela no estado é Mairiporã, com 157 pessoas infectadas e 42 mortes. Isso corresponde a 36,2% das infecções.


Em segundo lugar está Atibaia, que responde por 12,4% dos casos confirmados. São 54 pessoas infectadas e 18 mortes. Juntas, as duas cidades concentram quase 50% dos casos.


Em seguida estão Nazaré Paulista com 23 casos e 10 mortes e Guarulhos com 15 casos e 5 mortes. A capital é a quinta cidade com o maior número de casos confirmados: 11, até o momento, 7 paulistanos morreram.


Campanha de vacinação contra a febre amarela


Embora a campanha de vacinação fracionada contra a febre amarela tenha terminado no estado, os municípios que ainda não vacinaram toda a população continuam oferecendo as doses para os moradores que querem se proteger contra o vírus.


Na capital, a campanha segue até o dia 30 de maio. Quem quiser se vacinar deve ir até uma unidade de saúde, apresentar um documento de identificação com foto e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS.



Fonte: http://www.jornalnanet.com.br


13/04/2018

Entrevista da bióloga Lucia Schuller no programa Todo Seu


09/04/2018

CASOS DE FEBRE AMARELA AUMENTAM 91% EM TRES MESES NO RJ

 Só em março, os números subiram mais de 90%; já são 72 mortes causadas pela doença no Estado

 

 Casos de febre amarela chegam a 197 em três meses


Apesar das campanhas de vacinação iniciadas no meio do ano passado e intensificadas a partir de janeiro, os casos de febre amarela no Estado não param de crescer. De janeiro até o começo de abril deste ano, os casos passaram de cinco para 197. Somente no mês de março, os casos aumentaram em 91%. Até o momento, 72 duas pessoas morreram no Rio por conta da doença.


 

09/04/2018

FEBRE AMARELA CHEGA AO LITORAL NORTE

 Esperada há meses, a febre amarela chegou ao litoral norte de São Paulo com dois casos em macacos. Um foi registrado em uma área de mata de Ubatuba, e o outro, em um condomínio de Juquehy, em São Sebastião. Ações de vacinação foram intensificadas nas duas cidades.

Em Ubatuba, há ainda um caso humano em investigação. Trata-se de um paciente que morreu na segunda-feira (2) com sintomas da doença, no sertão de Ubatumirim, ao norte do município, dentro do Núcleo Pincinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar.

É a mesma região em que um bugio foi encontrado morto no fim de março. O exame laboratorial confirmou na última quinta a febre amarela.

Após a divulgação do laudo, a prefeitura alertou para a reduzida cobertura vacinal na cidade, de 47%.

"Apesar de todos os alertas feitos pelos órgãos de Vigilância em Saúde nos diferentes níveis -municipal, estadual e federal- e dos sinais evidentes de avanço da circulação do vírus nos municípios no entorno, a procura pela vacina em Ubatuba foi baixa", disse a gestão Délcio Sato (PSD).

Para tentar reverter o quadro, a cidade instalou postos adicionais de imunização em um mercado e no calçadão do centro e estendeu o horário de algumas unidades.

Em São Sebastião, agentes de saúde vêm percorrendo as casas da praia de Juquehy após a área ser identificada como o local provável de infecção de um sagui morto por febre amarela no início deste ano.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o macaco era de estimação de uma família da capital paulista que foi passar um período na praia e levou o animal.

O macaco adoeceu e morreu quando já tinha voltado para São Paulo, diz a pasta. Após diversas análises, Juquehy foi considerado o local provável de infecção do bicho.

Segundo a reportagem apurou, a família se hospedou com o macaco em um condomínio de luxo de Juquehy a cerca de 300 metros da praia. Em um site de aluguel de temporada, a diária em uma das casas do conjunto, com quatro quartos, piscina e até lareira, sai por R$ 2.800.

Após o caso, agentes de saúde foram à região coletar insetos para verificar a circulação do vírus. Um veículo 4x4 foi disponibilizado pelo governo estadual para entrar nas áreas de difícil acesso.

Outros três macacos foram encontrados em São Sebastião, mas os exames deram negativo para febre amarela.

Desde julho do ano passado, o Brasil já registrou 1.131 casos da doença, segundo o Ministério da Saúde.

Todos são casos silvestres, ou seja, de mosquitos que circulam em áreas de mata -e eventualmente podem voar a localidades próximas.

A chegada do vírus ao litoral norte de São Paulo era tida como provável por autoridades e especialistas desde o início do ano, uma vez que já havia registros da doença na costa fluminense e na região de Taubaté, no interior paulista, separada de Ubatuba pela Serra do Mar.

VACINAÇÃO

Para Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, as mortes de macacos na região reforçam a necessidade de toda a população do Sudeste buscar a vacina. "Estamos ainda na metade da epidemia, o período de maior circulação dos casos vai até julho", afirma.

A imunização leva dez dias para fazer efeito. Por ora, para quem ainda não se protegeu, ela recomenda, se possível, evitar locais com casos registrados, como o litoral norte, ou usar repelente.

O ideal, porém, é que todos se vacinem, ressalta, com exceção da minoria com contraindicação -como mulheres que amamentam crianças de até seis meses e pessoas imunodeprimidas por tratamento de câncer, por exemplo. Na dúvida, a orientação é procurar um serviço de saúde.

Fonte: www.bemparana.com.br



04/04/2018

FORMIGAS INVADEM MATERNIDADE NEONATAL EM BH

 

As imagens foram feitas por uma funcionária da Maternidade Odete Valadares em Belo Horizonte no setor de Neonatal. É possivel ver com clareza formigas em grande numero andando sobre o rosto do bebê. bem como nos tubos por onde passa a medicação.


Segundo a imprensa em geral a Direção do Hospital declarou estar surpresa com a infestação o que contradiz com o relato dos funcionários que disseram que esse problema já vem acontecendo e que a diretoria já havia sido informada.


Formigas em hospitais são um disseminador importante de todo tipo de bactéria , em especial as bactérias mais resistentes. Há milhares de trabalhos no mundo todo falando sobre isso e provando essa relação íntima das formigas com os microrganismos.


 

Durante o meu trabalho de Mestrado foi possivel fotografar os microrganismos aderidos ao corpo das formigas. Veja  foto abaixo:

 

 

 

 

Texto de Lucia Schuller extraído das informações da imprensa.

Imagem feita na Faculdade de Saúde Pública durante Mestrado de Saúde Pública

Video obtido na internet 

 

27/03/2018

OVERDOSE CAUSA EFEITO ZUMBI PARA DROGA MAIS REPELENTE NOS EUA

 Overdose por uso de droga com repelente que causa efeito zumbi aumenta nos EUA

Imagem capturada pela Fox 59 de um usuário comendo grama em Indianápolis.

Bombeiros e agentes de primeiros socorros de Indianápolis relataram aumento de casos de um novo tipo de mistura de droga que vem sendo consumida e que tem causado overdose e comportamento semelhante a de zumbis nos usuários: KD – drogas de ruas misturadas com repelente de insetos.

De acordo com Fox 59, o Corpo de Bombeiros de Indianápolis relatou um grande aumento no número de pessoas que vem sofrendo overdose pelo consumo de drogas de rua “KD”, que geralmente é uma mistura de maconha, tabaco oumaconha sintética conhecida como Spice, mergulhada em um repelente de insetos, como “Raid” ou o “OFF!” .

Os usuários então fumam a mistura e ficam com “movimentos lentos e letárgicos, com muita baba e perda de função. Nós os encontramos com suas roupas, comendo a grama, tirando a terra do chão e tentando colocá-la na boca. Nós descrevemos esse comportamento como sendo o de um zumbi.””, disse Chris Major, oficial do Indianapolis Fire Cpt.

A SC Johnson, empresa que fabrica o repelente Raid e outros produtos de controle de pragas, disse que os relatórios em torno de seu repelente de insetos são “completamente imprecisos”.

“Temos visto um número cada vez maior de reportagens sobre usuários de drogas usando intencionalmente produtos de pragas como o Raid e o OFF !, da SC Johnson, para atingir um estado catatônico de até 45 minutos. Tais relatórios são completamente imprecisos ”, disse Kelly M. Semrau, porta-voz da empresa, em comunicado à Forbes.

“De acordo com nossos especialistas científicos, a exposição aos ingredientes ativos desses produtos não causaria os efeitos relatados”, acrescentou.

A empresa alega que seus produtos não causam os mesmos efeitos em humanos do que em bugs. “Nossos produtos são seguros quando usados ​​como indicado”, afirmou.

Os Estados Unidos vêm registrando aumento no número de mortes por uso de drogas e opioides. O presidente Donald Trump decretou emergência em outubro do ano passado e autorizou nas últimas semanas o repasse de verbas para o combate à crise de opioides aos estados.

Com informações do WSVN.

Fonte: http://gazetanews.com/overdose-por-uso-de-droga-com-repelente-que-causa-efeito-zumbi-aumenta-nos-eua/


26/03/2018

ATUALIZAÇÃO DE CASOS DE FEBRE AMARELA NO BRASIL

 

Febre amarela: Ministério da Saúde atualiza casos no país

Publicado: Quarta, 21 de Março de 2018, 17h21Última atualização em Quarta, 21 de Março de 2018, 18h02

O Brasil confirmou 1.098 casos e 340 óbitos no período de 1º julho de 2017 a 20 de março deste ano. No mesmo período do ano passado, foram confirmados 632 casos e 201 óbitos

O Ministério da Saúde atualizou nesta quarta-feira (21) as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. No período de monitoramento (de 1º de julho/2017 a 20 de março de 2018), foram confirmados 1.098 casos de febre amarela no país, sendo que 340 vieram a óbito. Ao todo, foram notificados 4.102 casos suspeitos, sendo 2.150 já descartados e 854 ainda em investigação, neste período. No ano passado, considerando o mesmo período de monitoramento (julho/2016 a 20 de março/2017) eram 632 casos e 201 óbitos confirmados. Os informes de febre amarela seguem, desde o ano passado, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Dessa forma, o período para a análise considera de 1º de julho a 30 de junho de cada ano.

Embora os casos do atual período de monitoramento tenham sido superiores à sazonalidade passada, o vírus da febre amarela hoje circula em regiões metropolitanas do país com maior contingente populacional, atingindo 34,8 milhões de pessoas que moram, inclusive, em áreas que nunca tiveram recomendação de vacina. Na sazonalidade passada, por exemplo, o surto atingiu uma população de 9,1 milhões de pessoas.

Isso explica a incidência da doença neste período ser menor que no período passado. A incidência da doença no período de monitoramento 2017/2018, até 20 de março, é de 2,9 casos para 100 mil/habitantes. Já na sazonalidade passada, 2016/2017, a incidência foi de 6,9/100 mil habitantes, no mesmo período.

AMPLIAÇÃO

Todo o território brasileiro será área de recomendação para vacina contra a febre amarela. A medida será feita de forma gradual, iniciando neste ano e sendo concluída até abril de 2019. A ampliação é preventiva e tem como objetivo antecipar a proteção contra a doença para toda população, em caso de um aumento na área de circulação do vírus.

Atualmente, alguns estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste não fazem parte das áreas de recomendação de vacina. Com a ampliação, devem ser vacinadas 77,5 milhões de pessoas em todo o país. O quantitativo corresponde à estimativa atual de pessoas não vacinadas nessas novas áreas.

Distribuição dos casos de febre amarela notificados: 1º/7/2017 a 20/03/2018

UF (LPI)*

Notificados

Descartados

Em Investigação

Confirmados

Óbitos

AC

1

1

-

-

-

AP

4

2

2

-

-

AM

7

4

3

-

-

PA

32

23

9

-

-

RO

9

8

1

-

-

RR

2

2

-

-

-

TO

16

14

2

-

-

AL

8

2

6

-

-

BA

44

27

17

-

-

CE

2

1

1

-

-

MA

5

3

2

-

-

PB

4

-

4

-

-

PE

5

3

2

-

-

PI

7

5

2

-

-

RN

1

1

-

-

-

SE

2

2

-

-

-

DF

63

44

18

1

1

GO

56

34

22

-

-

MT

3

3

-

-

-

MS

9

5

4

-

-

ES

105

76

24

5

 

MG

1.315

539

323

453

142

RJ

300

72

40

188

68

SP

1.939

1.172

316

451

129

PR

86

72

14

-

-

RS

38

22

16

-

-

SC

39

13

26

-

-

Total

4.102

2.150

854

1.098

340

Dados preliminares e sujeitos à revisão 
*LPI – Local Provável de Infecção

Da Agência Saúde 
Atendimento à imprensa 
(61) 3315-3580 / 2745 / 2351


22/03/2018

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